Amigas e voluntárias: como as amizades são importantes para ajudar o próximo

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Doar seu tempo para amenizar a dor do próximo e ajudá-lo a passar por uma fase difícil de maneira mais leve é a função das 27 equipes de voluntários do Grupo Luta Pela Vida. Entre apoio, brincadeiras e acolhimento, a Equipe do Lanche é quem fornece aos pacientes e acompanhantes um gesto de carinho por meio do alimento. Além disso, equipe do lanche da quinta-feira de manhã conta com outro ingrediente especial: a amizade.

Na Copa do Hospital do Câncer, local em que montam os lanches para os pacientes, comida e conversa são duas coisas que não faltam para Maristela Silva, Cibele Loyola, Eliana de Carvalho, Aparecida Medeiros, Célia Carrijo, Dóris de Araújo, Maria Aparecida Perfeito, Marta de Carvalho, Marinez Rangel, Maria Cristina Scotti e Neusa Rosa. A amizade aqui tem mais de 15 anos, e muitas delas começaram no trabalho voluntário antes mesmo da construção do Hospital do Câncer, ainda na antiga casinha que os pacientes recebiam atendimento. A relação de longa data criou laços e fortaleceu a amizade das voluntárias. Enquanto uma monta o lanche, a outra já vai contando sobre os filhos, netos e até os problemas se tornam assunto em meio a solidariedade com o próximo.

Cibele Loyola, voluntária na equipe, conta que a amizade entre elas surgiu no Hospital e que a esse carinho é a base do grupo. “Não é fácil trabalhar junto, cada pessoa tem um pensamento e um jeito. Nós conseguimos administrar tudo principalmente por causa da amizade”, relata e ainda afirma que a equipe é muito unida.

A amizade construída dentro das paredes da instituição, já se expandiu para outros locais. Com a causa maior de ajudar o próximo, o Hospital se tornou mais um ponto de encontro das amigas. As voluntárias, sorridentes após outro dia de serviço, falam que, mesmo quando não têm nenhuma comemoração programada, elas marcam seus encontros. “A gente acompanha de perto a vida de cada uma: casamento, nascimento dos netos, formatura dos filhos. Nossos maridos já se conhecem e se tornaram amigos também”, explica Cibele.

Como boas amigas, as voluntárias se comunicam o tempo todo, falando do trabalho no Hospital ou até para dar um bom dia. “Temos até grupo do Whatsapp para conversamos, marcarmos nossas reuniões e também para tomar um café juntas. Para nós ter essa relação é muito importante e só nos traz alegrias e aprendizados”, finaliza Cibele.

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