| Grupo Luta Pela Vida adquire novo aparelho para radioterapia |
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| Sex, 24 de Junho de 2011 18:34 | |||
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Pacientes, voluntários, médicos e demais profissionais da equipe multidisciplinar, além da comunidade que colabora com o Grupo Luta Pela Vida, ONG responsável pela manutenção e construção do Hospital do Câncer, comemoram a aquisição de um novo aparelho para tratamento do câncer por radioterapia, o Acelerador Linear Digital Elekta Precise. Para a aquisição do equipamento serão investidos R$ 1,7 milhão, e outros R$ 500 mil na estrutura física em que será instalado, já que é necessário um espaço capaz de conter a radiação emitida. O valor já sinalizado para a compra é proveniente de doações de empresas parceiras e também de pessoas físicas. O novo acelerador linear a ser instalado coloca o Hospital do Câncer de Uberlândia entre os centros de referência do país quando o assunto é radioterapia pública. “O novo aparelho está habilitado para tratamento com tecnologia 3DRT e IMRT, o que proporciona melhores índices de cura. Há ainda a emissão de energia com três intensidades para tratar tumores superficiais, medianos e profundos, além da energia de elétrons para o tratamento de lesões de grandes extensões na pele”, explica o médico Eurípedes Barra, chefe do setor de radioterapia. Números divulgados pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), indicam que 70% dos cânceres são tratados com radioterapia, por isso, é importante a modernização e otimização do tratamento. “Hoje, são atendidos cerca de 80 pacientes por dia. Com o novo acelerador linear, que deve entrar em funcionamento em janeiro de 2012, o número pode dobrar”, destaca Barra. O tratamento com radioterapia hoje é feito por meio de três aparelhos, um acelerador linear, a chamada bomba de cobalto (cobaltoterapia) e o HDR. “A aquisição do novo acelerador linear veio para susbtituir a bomba de cobalto que está em funcionamento há 22 anos e será desativada em outubro deste ano”, afirma o médico que ainda destaca: “com o novo acelerador será feito o atendimento pleno da demanda por radioterapia na região, pois permite o tratamento em tempo hábil e sem o comprometimento do índice de cura. Este fato é incomum no Brasil, pois a espera para início de tratamento, na maioria das instituições, chega a mais de seis meses.
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