Grupo luta pela Vida

Hospital do Câncer de Uberlândia

McDia Feliz 2014 é lançado em Uberlândia

23/07/2014

mcdia feliz lancamento criancasEm seu 19º ano de participação na campanha nacional McDia Feliz, o Grupo Luta Pela Vida, parceiro do Instituto Ronald McDonald, lançou, nesta terça-feira (22), a campanha do McDia Feliz em Uberlândia. O evento marcou as primeiras atividades programadas para promover a campanha de 2014, que vai acontecer no dia 30 de agosto. O lançamento foi realizado no 1º andar do Hospital do Câncer em Uberlândia, no espaço da Quimioterapia Pediátrica, local que receberá os recursos arrecadados neste ano.

A cerimônia contou com a presença de funcionários e diretores do Grupo Luta Pela Vida, Hospital do Câncer e também dos colaboradores da rede de restaurantes McDonald’s. Mais uma vez, a ‘McAmiga’ da campanha em Uberlândia, Ophélia Pereira Garcia, também prestigiou o lançamento.

A campanha deste ano visa arrecadar recursos para concluir a segunda fase da ampliação da Quimioterapia Pediátrica, que deve ser ampliada em cerca de 235m², contando com uma estrutura mais adequada e confortável para os pacientes infatojuvenis e seus acompanhantes. Com a venda antecipada de 14 mil tíquetes, no valor individual de R$ 14,00, o Grupo pretende arrecadar cerca de R$ 180 mil, que serão aplicados na fase final de acabamento do espaço, além de ser utilizado nos pagamentos de mão de obra e encargos.

lancamento mcdia feliz 2014

O administrador do Grupo Luta Pela Vida, Daniel Antunes, apresentou a planta da ampliação do projeto e explicou como as melhorias serão importantes para os pacientes e para o Hospital. O médico oncologista do Hospital do Câncer, Dr. Rogério Araújo e o diretor do Hospital, o também médico Dr. Eurípedes Barra, falaram sobre os ganhos com a ampliação do espaço e reforçaram a relevância de projetos voltados para o combate ao câncer infantojuvenil, foco do Instituto Ronald McDonald ao realizar o McDia Feliz.

Os tíquetes antecipados da campanha podem ser adquiridos por meio dos telefones: 0800 34 2062 e (34)2101-1921. A venda antecipada representa uma importante parcela na arrecadação total do McDia Feliz, composta ainda pela venda de sanduíches Big Mac no próprio dia da campanha.

O administrador do Grupo Luta Pela Vida mostrou parte da planta do projeto de ampliação da quimioterapia pediátrica que será feita com os recursos arrecadados em 2014 com o McDia Feliz

O administrador do Grupo Luta Pela Vida mostrou parte da planta do projeto de ampliação da quimioterapia pediátrica que será feita com os recursos arrecadados em 2014 com o McDia Feliz

Evento marca lançamento de catálogo de arte dos pacientes mirins

Durante o evento, a McAmiga Ophélia Pereira Garcia, que apoia o McDia Feliz há 16 anos em Uberlândia, foi presenteada com o primeiro exemplar do catálogo de pinturas intitulado “Formas e Cores”. O livro contém as telas desenvolvidas pelos pacientes infantojuvenis em tratamento no Hospital do Câncer em Uberlândia e também por seus acompanhantes. O projeto faz parte do programa Apoio Pedagógico Artístico e Cultural, criado pelo Grupo Luta Pela Vida, que se mantém também com recursos provenientes do McDia Feliz. As obras são resultados das várias aulas da oficina de pintura coordenada pela artista plástica e mestre em História, Maria Clara Ferraz.

Alguns dos pequenos pacientes e autores das obras compareceram ao lançamento do McDia Feliz para realizar a entrega do livro. “A arte no Hospital é hoje, não apenas terapêutica, mas, sobretudo uma atividade educacional, porque se abre para a ampliação de conhecimentos culturais. Este livro traz à tona, nas formas e cores, a história dos artistas e suas técnicas que se misturam aos sentimentos de dor e alegria, expressando, assim, os sonhos criativos de cada paciente e acompanhante”, afirma Maria Clara.

Fotos: Carolina Tomaz

Artistas mirins: livro reúne as obras de arte feitas pelas crianças e seus acompanhantes na oficina de pintura

Artistas mirins: livro reúne as obras de arte feitas pelas crianças e seus acompanhantes na oficina de pintura

Juntamente com a artista plástica Maria Clara Ferraz e o coordenador do Apoio Pedagógico, Leonardo Almeida, as crianças apresentaram o livro com suas pinturas

Juntamente com a artista plástica Maria Clara Ferraz e o coordenador do Apoio Pedagógico, Leonardo Almeida, as crianças apresentaram o livro com suas pinturas

Francisco, um dos autores da obra, entregou o primeiro exemplar do livro para a madrinha do McDia Feliz em Uberlândia, a senhora Ophélia Garcia

Francisco, um dos autores da obra, entregou o primeiro exemplar do livro para a madrinha do McDia Feliz em Uberlândia, a senhora Ophélia Garcia

O médico oncologista dr. Rogério Araújo também se encantou pela arte desenvolvida pelas crianças em tratamento

O médico oncologista dr. Rogério Araújo também se encantou pela arte desenvolvida pelas crianças em tratamento

dona ophelia garcia livro formas e cores mcdia feliz lancamento

Como verdadeiros artistas, as crianças também posaram para as fotos que marcam a estreia da obra delas em livro

Como verdadeiros artistas, as crianças também posaram para as fotos que marcam a estreia da obra delas em livro

Como agradecimento pelos 16 anos de apoio ao McDia Feliz em Uberlândia, a madrinha Ophélia Garcia foi presenteada com o livro Formas e Cores

Como agradecimento pelos 16 anos de apoio ao McDia Feliz em Uberlândia, a madrinha Ophélia Garcia foi presenteada com o livro Formas e Cores

Crianças do Hospital do Câncer visitam espaço da Galinha Pintadinha

16/07/2014

abraço criancas hospital do cancer galinha pintadinhaA manhã da última terça-feira (15) provavelmente vai ser inesquecível para os pacientes infantis do Hospital do Câncer em Uberlândia. Por meio da parceria entre o Center Shopping e o Grupo Luta Pela Vida, foi oferecida uma manhã de diversão para os pequenos pacientes no espaço da Galinha Pintadinha que está montado no shopping.

A animação das crianças já começou no próprio Hospital do Câncer, com muita expectativa e ansiedade para aproveitar o passeio. Cerca de 20 pacientes e seus acompanhantes se produziram especialmente para aproveitar as atividades fora do ambiente hospitalar.

A roda gigante da galinha que mais diverte as crianças atualmente, com 12m de altura, encantou e não intimidou os pequenos pacientes. Na companhia da família e dos voluntários, as crianças aproveitaram para curtir a vista do shopping bem do alto. Além da roda gigante, os pequenos soltaram a criatividade colorindo os desenhos de toda a turma da Galinha Pintadinha e também se divertiram em outros brinquedos do local.

Se o espaço é da Galinha Pintadinha, a presença da anfitriã não poderia faltar. As crianças distribuíram abraços sem fim na galinha que elas só viam pela televisão. Elas não desgrudaram da personagem e tiraram muitas fotos para registrar o encontro especial.

criancas com galinha pintadinha

Evelin Boletti, gerente do Grupo Luta Pela Vida, destaca que a realização de atividades como esta são importantes para os pacientes infantis. “Essa é mais uma das ações que sempre buscamos realizar com as crianças, no intuito de estimulá-las e ajudá-las a enfrentar melhor o tratamento. Sair do ambiente hospitalar e desfrutar de atividades comuns para maioria das crianças, mas que muitas vezes são interrompidas por causa do tratamento, só traz benefícios para a vida delas e para a luta contra o câncer”, afirmou Evelin.

Para a gerente de Marketing do Center Shopping, Mairá Mendonça, esta é mais uma ação voltada ao encantamento das pessoas, aliada à responsabilidade social. “Para nós é uma grande satisfação esta parceria e ficamos muito felizes de saber que essa ação de alguma forma pode contribuir com o tratamento destas crianças. Nós acreditamos muito na nossa responsabilidade social e vamos trazer novas ações em parceria com o Hospital do Câncer”, declarou a gerente.

Para Larissa Maciel, mãe da paciente Lowise Maciel, momentos de diversão e alegria vividos durante o passeio ajudam muito na recuperação da filha. “Acontecimentos assim ajudam para que ela compreenda que, apesar dos momentos ruins, sempre é possível viver momentos bons. Se ela internalizar esse sentimento, será bom para o tratamento e para a vida dela também”, completou a mãe.

Expectativa; já na fila, as crianças mostravam a alegria e ansiedade em brincar na roda gigante

Expectativa: já na fila, as crianças mostravam a alegria e ansiedade em brincar na roda gigante

Lanche especial

Brincar no shopping e fazer um lanche especial são praticamente regras de um passeio inesquecível. Para completar a diversão, as crianças foram convidadas pelo McDonald’s, parceiro do Hospital do Câncer na realização do McDia Feliz, para aproveitar os sanduíches oferecidos pelo estabelecimento e tomar um sorvete de sobremesa.

Os lanches, devidamente montados de acordo com as orientações médicas, só completaram ainda mais a manhã de brincadeiras. O restaurante ainda distribuiu brindes para os pacientes mirins.

O Grupo Luta Pela Vida e o Hospital do Câncer agradecem a todos os colaboradores que proporcionaram a realização do passeio: à empresa Chico Transportes, ao Center Shopping e ao McDonald’s.

Fotos: Carolina Tomaz

Corajosas: os 12m de altura da roda gigante não intimidaram as crianças

Corajosas: os 12m de altura da roda gigante não intimidaram as crianças

A alegria das crianças em passear da roda gigante já começa antes mesmo do brinquedo começar a  funcionar

A alegria das crianças em passear da roda gigante já começa antes mesmo do brinquedo começar a funcionar

crianca roda gigante galinha pintadinha

alto roda gigante galinha pintadinha

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Abraços sem fim para a Galinha Pintadinha

Abraços sem fim para a Galinha Pintadinha

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O encontro com a Galinha Pintadinha foi repleto de encantamento por parte das crianças

O encontro com a Galinha Pintadinha foi repleto de encantamento por parte das crianças

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Para fechar o passeio, um lanche especial para as crianças

Para fechar o passeio, um lanche especial para as crianças

lanche mcdonalds hospital do cancer

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Saiba como doar seus cabelos para o Hospital do Câncer

04/07/2014

A cada dia, o Banco de Perucas do Hospital do Câncer vem crescendo, devido a corrente de solidariedade que começa com as doações e vai até o momento da produção final das perucas. Com o recebimento de doações de cabelo de todo o país, é comum que as dúvidas também surjam, sobre os precedimentos e como as mechas devem ser armazenadas.

Pesando nisso, foi desenvolvido um infográfico, baseado nas principais dúvidas do público, para ajudar os doadores de todo Brasil para contribuírem com o Banco de Perucas do Hospital do Câncer em Uberlândia.

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Paciente recebe primeira peruca infantil do Hospital do Câncer

18/06/2014

Ela gosta de bonecas e curte rosa, mas já aos 10 anos sabe como são os corredores de um Hospital e o que é uma quimioterapia. Esse quadro faz parte do dia a dia da pequena Lowise Maciel, que está em tratamento no Hospital do Câncer em Uberlândia contra um sarcoma localizado no couro cabeludo.

Desde que começou o tratamento, a perda dos cabelos foi um dos grandes medos da mãe de Lowise, Larissa Maciel. “Eu fiquei um pouco com medo, porque ela sempre foi muito vaidosa”, conta a mãe. Larissa comentou que quando soube do quadro da doença conversou muito com ela e até mesmo cortou seu próprio cabelo mais curto para dar força à filha.

Apesar do medo, segundo Larissa, a filha reagiu bem aos primeiros fios que caiam durante o banho. “Eu estava mais preocupada do que ela, por pensar como ela poderia reagir. A primeira vez que os fios caíram durante o banho eu os recolhia e pensava como seria o momento que ela se olharia no espelho sem os cabelos”, relembra Larissa.

Lowise não estranhou tanto a falta de cabelos, mas ainda assim a mãe se preocupava como a filha iria lidar com o fato de estar careca. Larissa conta que desde o início Lowise queria usar peruca. Foi a partir dessa vontade, experimentando uma peruca sintética, que a história de Lowise começou a mudar.

A menina não se adaptou aos fios artificiais. Mas ao postar uma foto em uma rede social com a peruca, a vizinha e amiga da família, Carolina Barbosa, se sensibilizou e resolveu cortar seus longos cabelos para doar à Lowise. “Cortar o cabelo não dói, mas sei que a Carolina doou um pedacinho dela para Lowise”, se emociona Larissa.

lowise sorrindo sem peruca

Carolina foi de cabelos na cintura para um corte na altura da nuca. “Não me arrependi em momento algum. O que eu puder fazer para ajudar a Lowise na sua recuperação eu farei. Alguns amigos me perguntavam o porquê da mudança e quando contava todo mundo passava a apoiar a causa também”, afirma.

Com a contribuição de Carolina e de milhares de doadores de cabelos de todo o Brasil, a primeira peruca infantil do Hospital do Câncer em Uberlândia foi produzida. Pelas mãos da voluntária e empresária Miriam Denezine, o sonho de Lowise de voltar a ter cabelos para fazer penteados e enfeitá-los com presilhas pode ser concretizado.

No dia da entrega da peruca, a pequena Lowise se produziu. Vestido e unhas decoradas especialmente para a data. A apreensão e a curiosidade da menina ao receber a peruca eram nítidas. Ela demostrava um encantamento nos olhos ao se olhar novamente no espelho com os cabelos. Diante dos cabelos novos, a única exigência da pequena Lowise foi para que agora as madeixas ganhassem cachos, já que seus cabelos naturais eram lisos. Ao se enxergar pela primeira vez de peruca, Lowise resumiu: “Agora eu estou linda”.

A emoção dos pais, Larissa e Wanderley, também foi grande ao ver a alegria da filha. Larissa acredita que a peruca será um apoio extra para que Lowise enfrente melhor o tratamento. “De vez em quando ela chorava para mim, dizendo que as pessoas olhavam muito para ela por causa da falta de cabelos. Acho que agora a peruca vai ser mais uma opção para ela se sentir mais confortável e feliz”, afirma a mãe.

Fotos: Carolina Tomaz

A garotinha observa atenta a preparação de sua peruca

A garotinha observa atenta a preparação de sua peruca

lowise olha a peruca

Carolina ajuda a profissional Miriam a dar os últimos retoques à peruca de Lowise

Carolina ajuda a profissional Miriam a dar os últimos retoques à peruca de Lowise

Lowise está ansiosa e feliz por receber a primeira peruca infantil do Hospital do Câncer em Uberlândia

Lowise está ansiosa e feliz por receber a primeira peruca infantil do Hospital do Câncer em Uberlândia

Miriam ajeita com cuidado a peruca em Lowise

Miriam ajeita com cuidado a peruca em Lowise

sorriso lowise

Lowise se encanta por agora não estar tão diferente das outras crianças de sua idade

Lowise se encanta por agora não estar tão diferente das outras crianças de sua idade

Quietinha: Lowise não se mexeu nem um pouco para que os últimos ajuste de corte da peruca fossem feitos

Quietinha: Lowise não se mexeu nem um pouco para que os últimos ajuste de corte da peruca fossem feitos

A família acompanhou cada momento da nova experiência de Lowise

A família acompanhou cada momento da nova experiência de Lowise

ajeitando peruca lowise

A mãe Larissa e a vizinha Carolina, que cortou o cabelo para ajudar Lowise observam o momento especial

A mãe Larissa e a vizinha Carolina, que cortou o cabelo para ajudar Lowise observam o momento especial

Míriam Denezine se encantou pela pequena Lowise

Míriam Denezine se fascinou com a pequena Lowise

Lowise se encanta com sua nova imagem diante do espelho

Lowise se encanta com sua nova imagem diante do espelho

Lowise sorri ao lado de Heliana de Assis, coordenadora da equipe responsável pelo Banco de Perucas e de Míriam Denezine, que confecciona as perucas

Lowise sorri ao lado de Heliana de Assis, coordenadora da equipe responsável pelo Banco de Perucas e de Míriam Denezine, que confecciona as perucas

Como pose de modelo, Lowise agora desfila seu novo visual

Como pose de modelo, Lowise agora desfila seu novo visual

Solidariedade: Carolina, de cabelos curtos abraça a pequena Lowise, motivo pelo qual passou a tesoura em suas madeixas

Solidariedade: Carolina, de cabelos curtos, abraça a pequena Lowise, motivo pelo qual passou a tesoura em suas madeixas

A empresária Miriam dá dicas à mãe de Lowise de como pode produzir penteados com a peruca

A empresária Miriam dá dicas à mãe de Lowise de como pode produzir penteados com a peruca

Lowise exibe com orgunho o novo visual

Lowise exibe com orgunho o novo visual

Projeto piloto com biomarcadores deve ajudar no diagnóstico precoce do câncer de mama

05/06/2014

cancer de mamaO Núcleo de Prevenção e Pesquisa de Câncer (NUPPEC) do Hospital do Câncer deu início ao projeto piloto que vai investigar, por meio de exame de sangue específico, o perfil das pacientes com predisposição ao câncer de mama. O estudo, que deve durar dois anos, está sendo patrocinado pelo Grupo Luta Pela Vida. Essa investigação será realizada por meio da identificação de possíveis biomarcadores precoces da doença, que são proteínas produzidas pelo tumor ou pelo organismo em resposta à presença do câncer.

Segundo o médico oncologista do Hospital, Rogério Araújo, a razão de começar o estudo tem a ver com os dados alarmantes da doença. “O câncer de mama é o mais incidente em mulheres em todo o país e precisa de mais atenção”, diz o médico.

Ao todo, 60 mulheres divididas em três grupos participarão da pesquisa. São 20 pacientes com câncer de mama na fase inicial; mais 20 com metástases (quando o tumor se espalha pelo corpo) e outras 20 mulheres (enfermeiras, médicas e voluntárias) sem histórico recente, mas que podem desenvolver o câncer de mama. Serão coletadas de cada mulher três amostras de sangue, uma antes da retirada do tumor e as outras duas com 30 e depois com 60 dias após a coleta inicial. “Nas voluntárias saudáveis iremos comparar a dosagem de várias proteínas, com relação à amostra de sangue de outras com câncer inicial e metastático. Estamos em processo de seleção dessas pacientes, em seguida colheremos o sangue para essa pesquisa”, explica o especialista.

Ainda sobre a natureza da pesquisa, o oncologista explica que o exame de sangue é importante porque o DNA do tumor poderá ser identificado por meio da circulação sanguínea. “Os resultados devem confirmar ou não a hipótese sobre a qual estamos investigando, de que os tumores de mama, desde a sua formação, produzem proteínas que influenciam no crescimento do epitélio, um dos principais grupos de tecidos celulares. Como a maioria dos tumores é epitelial, a expectativa é de que possamos identificar níveis alterados dessas proteínas nas mulheres como forma de prevenção ou diagnóstico precoce da doença”, salienta o médico.

Os pesquisadores do NUPPEC se reúnem frequentemente para discutir sobre o estudo

Os pesquisadores do NUPPEC se reúnem frequentemente para discutir sobre o estudo